Poema – [Poema sem Título]

Cultura - Nosso nome do meio_banner

[Poema sem Título]

(Bardo Imberbe)

O teto, iluminado de amarelo,
Vê-se manchado por sombras dançantes.

O aroma de incenso;
O sabor de café forte;
Um vento frio entra,
Sem ser convidado,
Bem-vindo

Tão armada,
A existência não é capaz de se despir.
Em suas rachaduras,
Caleidoscopicamente,
Fragmenta a luz:
Inunda de cores um entorno sóbrio;
Miragens de um ser fractal.
Alma fluida toma forma em feixes retilíneos
E se desmancha entre instantes
Transbordando essência Indomável

Vibra,
Mas não ressoa.
Harmonia ancestral,
Visceral por definição,
Satura, mas não completa

Quanto cabe onde tormentas tão contidas já passaram?

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s