Arquivo da categoria: Prosa

CRÔNICA – O melhor ano da faculdade é o primeiro?

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O melhor ano da faculdade é o primeiro?

(Anônimo)

“Aproveita muito porque esse vai ser o melhor ano da faculdade e só se é calouro uma vez”. Ta aí uma frase que você já deve ter ouvido. Mas por que deveria o primeiro ano ser o melhor? Na minha nem tão humilde opinião, o ano de calouro, para muitos, preenche todos os requisitos para ser o pior ano da graduação. Continuar lendo CRÔNICA – O melhor ano da faculdade é o primeiro?

Crônica – Sobre férias, caminhos e torturas

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SOBRE FÉRIAS, CAMINHOS E TORTURAS

(Anônimo)

É curioso como duas breves semanas de férias causam grande inquietação na alma. Isto porque, em aulas, temos nossas mentes sempre ocupadas com aulas e provas e matérias e nomes para decorar, restando, assim, pouco tempo para que reflitamos sobre nós mesmos. Ligamos o piloto automático para o resto. Continuar lendo Crônica – Sobre férias, caminhos e torturas

Conto – Duas Quadras

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DUAS QUADRAS

(por R.C.)

‘’Você sonha?’’ Ela pergunta naquele tom obliqua e dissimulada que adoro. ‘’Claro que sonho. ’’ Acabo respondendo. ‘’Tá, mas sobre o que?’’. ‘’O mesmo que todo mundo sempre acaba sonhando, pra onde estou indo. ’’ E ela acaba rindo da minha cara enquanto encara outra estrela no céu não estrelado da cidade, ‘’Você vai a algum lugar?’’… Continuar lendo Conto – Duas Quadras

Conto – Da teoria entendida

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DA TEORIA ENTENDIDA

(R.C.)

Primeira regra: nunca se apaixone por uma artista. Segunda regra: nunca se apaixone por uma artista. Terceira regra: não procure se apaixonar por uma artista. Aqueles chamados escritores, ou aqueles quase escritores, até mesmo um que tenta ser médico e escritor, meio artista, deve sempre obedecer a essas regras. Mas é claro que todos irão contra essas, contra essas dicas. É necessário aprender sob a própria pele, por a própria mente e o coração em uma aventura dessas para entender. Continuar lendo Conto – Da teoria entendida

Conto – Frigir

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FRIGIR

(Fábio Marmirolli)

Certo, certo. Tudo ia dar certo. Era só ele ir com calma. Não era um monstro de sete cabeças. Tinha apenas seis bocas, o fogão. Girou um daqueles… dá pra chamar aquilo de botão também? Ou botão é só o que aperta? Enfim, girou lentamente aquilo. Agora sabia que tinha que ser rápido: não podia deixar escapar muito gás, para não ser carbonizado em um acidente doméstico besta. Continuar lendo Conto – Frigir

Conto – A Rosa da Metrópole

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A ROSA DA METRÓPOLE

(Fábio Marmirolli)

Era uma flor rodeada de concreto. Uma rosa que brotou do asfalto, daquelas que nem Drummond teria previsto. Era leve a seu próprio modo de quem não se deixa levar. Era única, como só uma criatura simples e sem exageros pode ser.

Aliás, não sem exageros.

Certos exageros dão graça à vida. Continuar lendo Conto – A Rosa da Metrópole